Inscrições poderão ser feitas nos dias 2 e 3 de fevereiro,
no auditório da FEUSP
Nos dias 2 e 3 fevereiro, serão abertas as inscrições para professores da rede pública de ensino interessados em participar gratuitamente do Projeto de Extensão da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP). O objetivo do projeto é a atualização dos docentes, que terão a oportunidade de cursar algumas disciplinas da graduação oferecida pela faculdade. Para se inscrever, o candidato deve estar trabalhando na rede pública de ensino, mas não pode estar matriculado em cursos regulares da USP.
As inscrições poderão ser feitas das 9h às 11h30 e das 13h30 às 15h30, no Auditório da FEUSP (Bloco B da FEUSP). É preciso levar o último holerite (pagamento de jan/2010) ou carta da escola onde atua.
Os inscritos participarão de um sorteio para concorrer às vagas que não forem preenchidas pelos alunos matriculados no curso. A lista dos sorteados será divulgada dia 8 de fevereiro, na internet (www.fe.usp.br) e no saguão do Bloco B da FEUSP, a partir das 16h.
Os professores sorteados poderão cursar apenas uma disciplina por semestre, sendo no máximo duas disciplinas da licenciatura ao longo do projeto, e as disciplinas dos 2º, 3º e 4º anos do curso de Pedagogia. Ao final, os docentes receberão um certificado de participação referente à disciplina cursada.
São Paulo, 1º de fevereiro de 2010.
Secretaria de Estado da Educação
Assessoria de Imprensa
Mais informações à imprensa: (11) 3218.2020/8879/2062
Our Group - United English Teachers - é um espaço destinado a troca de experiências, materiais, links, dicas, enfim, um local de encontros...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
CONCURSO SESI-SP
Formação de cadastro reserva.
Professores de Ed. Infantil, Ens. fund e médio, EJA e informática.
Edital a partir de 01/02 no site www.conesul.org
Professores de Ed. Infantil, Ens. fund e médio, EJA e informática.
Edital a partir de 01/02 no site www.conesul.org
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Bolsa para professores ano 2010
O processo seletivo é feito pela própria Fundação Lemann e deve acontecer entre fevereiro e março. O curso é em julho.
Além da exigência de que o candidato seja professor de inglês da rede pública, o principal critério é que os professores desenvolvam projetos para aprimorar o ensino da língua inglesa em suas escolas.
Para conhecer os prazos do processo de seleção, acompanhe o site da Fundação Lemann (www.fundacaolemann.org.br) e nosso portal Líderes em Gestão Escolar (www.lideresemgestaoescolar.org.br).
Além da exigência de que o candidato seja professor de inglês da rede pública, o principal critério é que os professores desenvolvam projetos para aprimorar o ensino da língua inglesa em suas escolas.
Para conhecer os prazos do processo de seleção, acompanhe o site da Fundação Lemann (www.fundacaolemann.org.br) e nosso portal Líderes em Gestão Escolar (www.lideresemgestaoescolar.org.br).
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
TV PEN DRIVE
Muito interessante...
http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/mylinks/viewcat.php?cid=13
http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/mylinks/viewcat.php?cid=13
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
English as a Second Language
http://www.rong-chang.com/
Ron Chang Lee (Rong-Chang Li), Ph.D.
Welcome to this English as a Second Language website, a starting point for ESL learners who want to study English through the Web. This site is being constantly updated, so your comments and suggestions are appreciated. With your help, it can continue to be a site that you and others enjoy visiting.
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São Paulo adia adoção de espanhol nas escolas
09/01/2010 - 09h17
São Paulo adia adoção de espanhol nas escolas
governo de SP decidiu não incluir neste semestre a língua espanhola como disciplina obrigatória no ensino médio público --lei federal, aprovada em 2005, concedeu prazo até este ano para a implementação da matéria em todo o país.FÁBIO TAKAHASHI
da Folha de S.Paulo
O Estado não fez concurso para contratar professores para a área nem concluiu projeto pedagógico para a matéria. A gestão José Serra (PSDB) entende que tem até agosto para adotar a língua, pois a lei foi sancionada em agosto de 2005 --ou seja, cinco anos de prazo vencem no meio do ano letivo.
A Secretaria da Educação afirmou que há uma comissão que estuda a implantação, mas não informou quando isso ocorrerá -disse apenas que não será neste semestre.
Contestação
O entendimento do Estado foi contestado pelo autor da lei, deputado Átila Lira (PSB-PI). "O prazo é para terminar a implantação, não começar."
A União tem posição semelhante. O não cumprimento de lei pode acarretar ação judicial de improbidade administrativa. Se condenado, o gestor sofre punições como perda do cargo.
"Será inédito começar disciplina no meio do ano. Ou a implementação ocorrerá em 2011. É triste, houve tempo para preparação", diz Cesar Callegari, representante do Conselho Nacional de Educação.
A norma de 2005 exige que a rede pública ofereça o espanhol em horário regular a todos os alunos interessados. Em geral, as escolas ofereciam só o inglês.
Atraso
"Outra vez a rede estadual é prejudicada. Os da rede privada já têm diversas línguas, laboratórios", afirma a presidente da Apaesp (associação de pais e alunos da rede), Hebe Tolosa.
Balanço do Ministério da Educação aponta que a rede estadual paulista é uma das mais atrasadas na implementação da lei: só 0,6% das escolas oferecem a matéria (dados de 2008).
A média do país é de 26%. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina dizem que atenderão praticamente toda a demanda neste semestre. Minas Gerais informou que serão criadas turmas onde houver mais de 20 interessados.
A Apeesp (entidade que representa os professores de espanhol) diz que a intenção do Estado é terceirizar as aulas.
Ela cita decreto que permite que atividades dos Centros de Estudos de Línguas (do governo) sejam transferidas a entidades privadas, quando eles não atenderem à demanda. A secretaria diz que a terceirização é para aula extracurricular.
Colaborou MATHEUS PICHONELLI, da Agência Folha
São Paulo adia adoção de espanhol nas escolas
governo de SP decidiu não incluir neste semestre a língua espanhola como disciplina obrigatória no ensino médio público --lei federal, aprovada em 2005, concedeu prazo até este ano para a implementação da matéria em todo o país.FÁBIO TAKAHASHI
da Folha de S.Paulo
O Estado não fez concurso para contratar professores para a área nem concluiu projeto pedagógico para a matéria. A gestão José Serra (PSDB) entende que tem até agosto para adotar a língua, pois a lei foi sancionada em agosto de 2005 --ou seja, cinco anos de prazo vencem no meio do ano letivo.
A Secretaria da Educação afirmou que há uma comissão que estuda a implantação, mas não informou quando isso ocorrerá -disse apenas que não será neste semestre.
Contestação
O entendimento do Estado foi contestado pelo autor da lei, deputado Átila Lira (PSB-PI). "O prazo é para terminar a implantação, não começar."
A União tem posição semelhante. O não cumprimento de lei pode acarretar ação judicial de improbidade administrativa. Se condenado, o gestor sofre punições como perda do cargo.
"Será inédito começar disciplina no meio do ano. Ou a implementação ocorrerá em 2011. É triste, houve tempo para preparação", diz Cesar Callegari, representante do Conselho Nacional de Educação.
A norma de 2005 exige que a rede pública ofereça o espanhol em horário regular a todos os alunos interessados. Em geral, as escolas ofereciam só o inglês.
Atraso
"Outra vez a rede estadual é prejudicada. Os da rede privada já têm diversas línguas, laboratórios", afirma a presidente da Apaesp (associação de pais e alunos da rede), Hebe Tolosa.
Balanço do Ministério da Educação aponta que a rede estadual paulista é uma das mais atrasadas na implementação da lei: só 0,6% das escolas oferecem a matéria (dados de 2008).
A média do país é de 26%. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina dizem que atenderão praticamente toda a demanda neste semestre. Minas Gerais informou que serão criadas turmas onde houver mais de 20 interessados.
A Apeesp (entidade que representa os professores de espanhol) diz que a intenção do Estado é terceirizar as aulas.
Ela cita decreto que permite que atividades dos Centros de Estudos de Línguas (do governo) sejam transferidas a entidades privadas, quando eles não atenderem à demanda. A secretaria diz que a terceirização é para aula extracurricular.
Colaborou MATHEUS PICHONELLI, da Agência Folha
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