sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cursos online livres e gratuitos.

Cidadania e direito à comunicação em rede, civic hacking e Paulo Freire: cursos online livres e gratuitos.
18/02/2010 - A Peer 2 Peer University (P2PU) é uma comunidade online para grupos de estudo abertos e promove cursos de curta duração e de nível universitário. Oferece cursos livres e gratuitos por meio da internet. Alguns em português, como os três abaixo, que serão realizados em março:

Cidadania e o Direito à Comunicação em Rede, organizado por Sergio Amadeu. Temas do curso: o impacto das tecnologias de comunicação e informação no comportamento político. A guerra de padrões e a supremacia dos protocolos. As novas abordagens dos direitos individuais e coletivos: anonimato, privacidade, segurança e propriedade intelectual. A rede mundial de computadores como uma nova esfera pública. A emergência da cultura digital, meta-reciclagem, práticas colaborativas e de compartilhamento. A cibercultura nas redes virais. O uso da rede entre comunidades excluídas. Os novos movimentos sociais e de resistência no cenário virtual. Políticas Públicas de Inclusão Digital. A estruturação e a governança da Rede. Regulamentação do Ciberespaço. Geopolítica e Redes: perspectivas para o século XXI.

Civic Hacking, organizado por Daniela Silva, é um curso sobre novas formas de ação na esfera pública interconectada. Os objetivos deste curso são introduzir, discutir e repensar o conceito de civic hacking, tornando possível que as pessoas entendam fenômenos políticos orientados por uma lógica hacker e também articulem suas ideias, interesses ou posicões políticas em novos "hacks cívicos". Vai introduzir o conceito de "esfera pública interconectada" e suas relacões com o mundo contemporâneo, servindo como um contexto para casos a serem discutidos durante o curso e criar conteúdo aberto em português sobre civic hacking, política contemporânea, web e tecnologias, por meio de um processo colaborativo.
Introdução ao Pensamento de Paulo Freire, organizado por Bianca Santana. Serão debatidos os principais conceitos e práticas de Paulo Freire. O contexto da produção freireana terá grande relevância nos encontros. Os pares serão convidados a aplicar o que apreenderem das dicussões à sua realidade. E sistematizarão de maneira colaborativa o material produzido durante o curso, para ser publicado como recurso educacional aberto.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A pobreza da riqueza

A pobreza da riqueza

Por Cristóvam Buarque

"Em nenhum outro país os ricos demonstram mais ostentação que no Brasil. Apesar disso, os brasileiros ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos ônibus de subúrbio. E, às vezes, são assaltados, seqüestrados ou mortos nos sinais de trânsito. Presenteiam belos carros a seus filhos e não voltam a dormir tranqüilos enquanto eles não chegam em casa. Pagam fortunas para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em turnos.

Os ricos brasileiros usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não conseguiriam freqüentar, mas perdem o apetite diante da pobreza que ali por perto arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados. Quando terminam de comer escondidos, são obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar até um bar para conversar sobre o que viram. Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada a caminho de casa. Felizmente isso nem sempre acontece, mas certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o sobressalto continua, mesmo dentro de casa.

Os ricos brasileiros são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em que os filhos crescerão. Os ricos brasileiros continuam pobres de tanto gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam: em insegurança e ineficiência.

No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas. Por causa da pobreza ao redor, os brasileiros ricos vivem um paradoxo: para ficarem mais ricos têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente.

Quando viajam ao exterior, os ricos sabem que no hotel onde se hospedarão serão vistos como assassinos de crianças na Candelária, destruidores da Floresta Amazônica, usurpadores da maior concentração de renda do planeta, portadores de malária, de dengue e de verminoses. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.

Na verdade, a maior pobreza dos ricos brasileiros está na incapacidade de verem a riqueza que há nos pobres. Foi esta pobreza de visão que impediu os ricos brasileiros de perceberem, cem anos atrás, a riqueza que havia nos braços dos escravos libertos se lhes fosse dado direito de trabalhar a imensa quantidade de terra ociosa de que o país dispunha. Se tivesse percebido essa riqueza e libertado a terra junto com os escravos, os ricos brasileiros teriam abolido a pobreza que os acompanha ao longo de mais de um século. Se os latifúndios tivessem sido colocados à disposição dos braços dos ex-escravos, a riqueza criada teria chegado aos ricos de hoje, que viveriam em cidades sem o peso da imigração descontrolada e com uma população sem miséria.

A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na cabeça de um povo educado. Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza que seria só deles, e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos. Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem educados.

Para poderem usar os seus caros automóveis, os ricos construíram viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres. Esqueceram-se de que precisam desses pobres e não podem contar com eles todos os dias e com toda saúde, porque eles (os pobres) vivem sem água e sem esgoto. Montam modernos hospitais, mas tem dificuldades em evitar infecções porque os pobres trazem de casa os germes que os contaminam. Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos sozinhos, construíram um país doente e vivem no meio da doença.

Há um grave quadro de pobreza entre os ricos brasileiros. E esta pobreza é tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso a pobreza de espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das pobres ricas elites brasileiras.

Se percebessem a riqueza potencial que há nos braços e nos cérebros dos pobres, os ricos brasileiros poderiam reorientar o modelo de desenvolvimento em direção aos interesses de nossas massas populares. Liberariam a terra para os trabalhadores rurais, realizariam um programa de construção de casas e implantação de redes de água e esgoto, contratariam centenas de milhares de professores e colocariam o povo para produzir para o próprio povo. Esta seria uma decisão que enriqueceria o Brasil inteiro - os pobres que sairiam da pobreza e os ricos que sairiam da vergonha, da insegurança e da insensatez.

Mas isso é esperar demais. Os ricos são tão pobres que não percebem a triste pobreza em que usufruem suas malditas riquezas".

Uso e abuso dos professores

Li na Folha de S. Paulo, no dia 23 de janeiro de 2010, matéria assim intitulada: "SP admite ter de usar professor reprovado".
O verbo "usar" entra pelos olhos, assalta as mentes, espanca o coração, cai torto no estômago e nos faz mal.
O verbo "usar", bem conhecemos.. Eu, você, todos nós usamos o verbo "usar". Usamos e abusamos. Faço uso desse verbo porque muitas coisas eu aprendi a usar.
Uso roupa, uso computador, uso escada para subir, uso papel para escrever, uso dinheiro para comprar, uso carro para me transportar, uso de tudo que é lícito para viver humanamente.
Usar não é errado quando uso e manipulo o que é usável e manipulável: objetos a meu dispor, simples ou complexos, caros ou baratos, de qualidade ou vagabundos.
Mas usar pessoas, isso não; isso é demais da conta. Usar pessoas, jamais! Usar alguém para escalar. Usar alguém para ganhar. Usar alguém para gozar. Usar alguém para vencer. Usar alguém é coisa que ninguém deveria fazer. Usar alguém não é do bem. Usar alguém faz mal, e faz mal aos dois: a quem é usado, e também àquele que usa!
Dirão, talvez, que entendi mal. Que o título da matéria não tem maldade. Que "usar" é assim mesmo, usamos sem pensar. Que temos aí um modo de escrever inofensivo. Que estou exagerando a força da palavra. Que estou usando mal a minha capacidade de ler o jornal. Que estou vendo coisas.
Contudo, lá está, a matéria diz: os professores reprovados serão usados. Usados, concluo, porque foram reprovados. E foram reprovados porque sempre foram usados. Porque têm sido objeto de uso e abuso.
O professor fez a prova e foi reprovado. O que será que essa prova provará? Será essa prova eliminatória ou "humilhatória"? O governo de São Paulo garante que o professor, mesmo reprovado, será usado. E ele, o professor, que já se habituou a ser usado faz tanto tempo, voltará a ser temporário. Por quanto tempo?
Usado e mal pago, de manhã, à tarde e à noite, o professor se sente manipulado como uma coisa. Sem aplauso, excluso, mero parafuso, o professor aceita ser usado.
E aqueles que, useiros e vezeiros em usar os professores, humilham o docente, provam, na verdade, que não sabem servir a sociedade. E se não vivem para servir, para que servem?
Gabriel Perissé é Doutor em Educação pela USP e escritor.
Website: http://www.perisse.com.br/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CONCURSOS PARA FORMADOS EM LETRAS

Ente em: http://prossigas.ibict.br/servlet/sigp1/prossiga.busca_opt_uf_p.formbusca

Digite letras em palavras chave.

CENTRO FEDERAL DE EDUCACAO TECNOLOGICA DE MINAS GERAIS - CEFET
CAMPUS VIII VARGINHA
LETRAS

Professor Substituto -> Espanhol
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO, CIENCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA - IFET- BA
LETRAS

Professor Substituto -> Inglês - Barreiras
Professor Substituto -> Libras - Eunápolis
Professor Substituto -> Inglês - Simões Filho
LINGUA PORTUGUESA

Professor Substituto -> Português - Barreiras
Professor Substituto -> Português - Eunápolis
Professor Substituto -> Português - Vitória da Conquista
Professor Substituto -> Português - Santo Amaro
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO, CIENCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA- - IFRR
LETRAS

Professor Auxiliar -> Língua Espanhola - CAMPUS BOA VISTA
Professor Auxiliar -> Língua Inglesa - CAMPUS NOVO PARAISO
LINGUA PORTUGUESA

Professor Auxiliar -> Língua Portuguesa - CAMPUS AMAJARI
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO ESPIRITO SANTO - IF-ES
Professor Substituto -> Lingua Portuguesa e Literatura - CAMPUS VENDA NOVA DO IMIGRANTE
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE - IFRN
LETRAS

Professor Substituto -> Língua Estrangeira / Espanhol - Mos-soró
Professor Substituto -> Língua Estrangeira / Espanhol - Natal- Central
LINGUA PORTUGUESA

Professor Substituto -> Língua Portuguesa - Ipanguaçu
Professor Substituto -> Língua Portuguesa - Macau
UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO
CENTRO DE LETRAS E ARTES
Professor Adjunto -> Letras/ Literatura/ Historiografia Literária
Professor Adjunto -> Letras/ Literatura Brasileira
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD
LINGUISTICA

Professor Adjunto -> Linguística/Texto e Discurso - FACALE
LETRAS

Professor Assistente -> Letras, Língua Guarani - FACALE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO - UFMT
Professor Substituto -> LÍNGUA FRANCESA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS - UFMG
FACULDADE DE LETRAS
Professor Adjunto -> Língua Brasileira de Sinais
Professor Adjunto -> Língua Inglesa
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE
CENTRO DE ARTES E COMUNICACAO

DEPARTAMENTO DE LETRAS
LETRAS

Professor Adjunto -> Língua Francesa
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA - UFPR
SETOR DE CIENCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

DEPARTAMENTO DE LETRAS ESTRANGEIRAS MODERNAS
LETRAS

Professor Assistente -> Língua Italiana
CAMPUS PALOTINA
Professor Auxiliar -> Redação Instrumental
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI - UFPI
CAMPUS PROFESSORA CINOBILINA ELVA
Professor Assistente -> Português/Inglês
Professor Auxiliar -> Libras
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ
CENTRO DE LETRAS E ARTES

FACULDADE DE LETRAS
LINGUISTICA

Professor Adjunto -> Linguística
LINGUA PORTUGUESA

Professor Adjunto -> Língua Portuguesa
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE - UFRN
Professor Adjunto -> Prática de Leitura e Escrita - Português e Inglês - ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
CENTRO DE CIENCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

DEPARTAMENTO DE LETRAS
LETRAS

Professor Adjunto -> Língua Alemã e Literaturas
Professor Adjunto -> Leitura e Produção de Textos
LINGUA PORTUGUESA

Professor Adjunto -> Estudos Diacrônicos e Línguas Clássicas
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO - UFRRJ
Professor Assistente -> Língua Inglesa - Campus SEROPÉDICA

Sugestão de site

http://www.mapadasartes.com.br/

SBS NewsFlash nº 112 - Fevereiro 2010

EDIÇÃO nº 112 | FEVEREIRO 2010






Langues Sans Frontières
Difusion.com - 15/01/2010

2010 est déclarée par l'Unesco "Année internationale du rapprochement des cultures". Et quel n'est pas le rôle d'une langue que de permettre le dialogue entre les peuples ? Apprendre une langue, c'est exprimer le désir d'entrer dans un autre univers, de connaître une autre culture et d'en découvrir la richesse. Enseigner une langue, c'est permettre à l'élève de franchir des frontières et d'aller voir au-delà de sa société et de sa culture ce que l'Autre vit. Prendre en compte la diversité culturelle et favoriser le rapprochement des cultures, c'est aussi l'objectif que Difusión et Éditions Maison Des Langues se sont fixé depuis leurs débuts en apportant aux apprenants et aux enseignants de français un matériel pédagogique riche et varié, des ressources motivantes pour faire entrer l'apprenant dans la langue et aller à la rencontre de l'Autre. Nous espérons qu'à travers les pages de notre catalogue FLE 2010, vous découvrirez des ouvrages dont le contenu contribuera à cette nob le cause. Feuilletez notre catalogue en ligne ou téléchargez-le en cliquant ici.

Trabalho de Campo reúne as escolas participantes do Projeto Escolas Ecológicas Cotia
IPESA.org.br - 01/2010

Estão abertas as inscrições para a participação de novas escolas no projeto Escolas Ecológicas, uma parceria entre o Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais - IPESA e a Fundação AlphaVille. Podem participar instituições municipais da cidade de Cotia, SP, onde o projeto já está funcionando.

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Google gives mobile some Buzz
PyonterOnline - 09/02/2010

Google today announced Buzz, a social network tool integrated with Gmail that is part Twitter, part Foursquare and part FriendFeed. For mobile users, the service is available as a Google "web app" on any GPS-enabled smart phone and as a standalone application on Android phones. Either version enables users to "check in" and associate their status updates or shared items with a specific location. Punit Singh Soni, Google Mobile's product manager, explained the mobile strategy behind Buzz: "Your location brings valuable context to the information you share. For example, does 'Delicious dinner!' mean you're at a great restaurant, or that you had a wonderful home-cooked meal? Your mobile phone, which is with you almost all the time, can help answer these questions."






"Escolas Ecológicas" abre inscrições
IPESA, Instituto de Projetos e Pesquisas Sócio Ambientais - Fevereiro 2010

Estão abertas as inscrições para a participação de novas escolas no projeto Escolas Ecológicas, uma parceria entre o Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais - IPESA e a Fundação AlphaVille. Podem participar instituições municipais da cidade de Cotia, SP, onde o projeto já está funcionando. A proposta é inovadora para os projetos do IPESA e da Fundação AlphaVille e tem como objetivo ampliar as iniciativas em educação ambiental.

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Parque da Juventude inaugura moderna biblioteca
CBL - Câmara Brasileira do Livro - 9/2/2010

Estão abertas as inscrições para a participação de novas escolas no projeto Escolas Ecológicas, uma parceria entre o Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais - IPESA e a Fundação AlphaVille. Podem participar instituições municipais da cidade de Cotia, SP, onde o projeto já está funcionando. A proposta é inovadora para os projetos do IPESA e da Fundação AlphaVille e tem como objetivo ampliar as iniciativas em educação ambiental.

Pergunta do Mês

Fique Atento!
Na edição passada perguntamos
Quando aconteceu a primeira Bienal do Livro de São Paulo?
Resposta
Aconteceu entre 15 e 30 de agosto de 1970.

Perguntamos agora
Que autores a escola de samba Mocidade Independente homenageou em 2009?

A primeira pessoa a responder a esta pergunta corretamente, confirmar o endereço completo para envio de brinde e o idioma de sua preferência, ganhará um presente da SBS.
As respostas devem ser enviadas até 11/02/2010.





The Academic Committee invites all BRAZ-TESOLERS - teachers, teacher trainers, researchers, program administrators, and material writers - to submit proposals for presentations. The closing date for receipt of proposals is February 28, 2010, but we encourage you to submit your work as early as possible. Visit our website to submit your proposal form (www.braztesol.org.br). All proposals will be read by members of the Academic Committee and designated readers, and notification of acceptance will be sent by mid- April, 2010. All presenters must be BRAZ-TESOL members, and must register for the convention before submitting a proposal. Obs: Workshops, papers and talks at BT conventions are usually conducted in English; however, proposals for presentations in Portuguese will be considered. Closing Date: February 28th, 2010 We look forward to hearing from you!

12th National Convention Academic Chair vini.n@terra.com.br

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Sobre Mario Quintana

http://palavrasaoventoquintana.blogspot.com/